Windows 7 beta upgrade won’t be easy

Those who want to move from the beta version of Windows 7 to the upcoming “release candidate” version will be able to do so, but it is going to take some work.

In a blog posting on Tuesday, Microsoft said that it is offering two options for going from the beta to the newer test version, which is due shortly. Neither is all that easy.

The recommended approach, Microsoft said, is to go back to Windows Vista and upgrade from that. Microsoft asked testers to follow this approach as it will help the company get more feedback on the experience that the typical user will have in going from Vista to Windows 7.

Those who really want to upgrade directly from the beta to the release candidate will be able to do so, but only using a series of convoluted steps.

“We know many people (including tens of thousands at Microsoft) are relying on the pre-release builds of Windows 7 for mission critical and daily work, making this step less than convenient,” the company acknowledged in its blog. “We’re working hard to provide the highest quality release we can and so we’d like to make sure for this final phase of testing we’re supporting the most real world scenarios possible, which incremental build to build upgrades are not. At the same time everyone on the beta has been so great we wanted to make sure we at least offered an opportunity to make your own expert and informed choice about how to handle the upgrade.”

The company also cautioned that the same hassles will apply for those moving from the release candidate to the final version of Windows 7.

During her years at CNET News, Ina Fried has changed beats several times, changed genders once, and covered both of the Pirates of Silicon Valley. These days, most of her attention is focused on Microsoft. E-mail Ina.

O futuro dos jornais passa pelo Google pela publicidade, por Tiago Doria

Essa foi uma das principais idéias que Eric Schmidt, diretor geral da Google, passou durante a sua apresentação no Encontro da Associação Americana de Jornais. Sua participação era bem aguardada devido aos últimos acontecimentos envolvendo a agência de notícias Associated Press e a visão negativa que os jornais impressos, em geral, sempre tiveram do Google.

Acompanhei a sua apresentação e as posteriores perguntas da platéia, formada por executivos da indústria de jornal, pelo liveblogging e a transmissão ao vivo de áudio que foi disponibilizada pela Associação em seu site nesta terça-feira à tarde.

Em uma comparação com o mercado televisivo (onde existe a TV a cabo, pay-per-view e TV aberta), o diretor da Google disse que existe espaço na internet para vários modelos – conteúdo pago, sistema de assinaturas e micropagamentos, mas que, para atingir o grande público, o modelo predominante nos sites de notícias será o de conteúdo gratuito sustentado por publicidade.

Ele acredita que a receita dos jornais com publicidade online vai aumentar (segundo ele os anúncios ficarão “mais interativos”).

Schmidt disse ainda que os jornais podem construir um novo modelo de produção junto ao Google, algo que vai além de apenas republicar matérias da edição impressa no online. Devem criar produtos que entreguem informação personalizada, que proporcionem uma “melhor experiência do usuário” e ajudem os leitores a irem além das simples manchetes, informação mais analisada, contextualizada e multimídia.

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E ainda. Deixou claro que foi-se o tempo em que as pessoas consumiam informação uma vez ao dia (de manhã acordo e leio o jornal, somente vou me informar à noite nos telejornais). Hoje com a internet esse consumo acontece num fluxo contínuo ao longo do dia (acesso o mesmo site de notícias várias vezes ao dia. Tenho contato com conteúdo jornalístico várias vezes ao dia pelo celular, emails, nas redes sociais).

Somente faço um adendo. Isso acaba com a noção de tempo, que por muito tempo guiou a produção jornalística (fechamento de edição, por exemplo). Além disso, esse comportamento de consumir e produzir informação, as notícias, de forma contínua, não veio com a internet.

Os canais 24 horas de notícias (CNN, GloboNews, Band News), por exemplo, de certa forma, já trabalhavam e ainda trabalham em cima desse conceito de fluxo contínuo de informação, que depois foi ratificado com a chegada dos portais de internet.

Em resumo, pelo que percebi Schmidt (foto acima) não apresentou nenhuma solução concreta para a crise nos jornais. Sua apresentação não trouxe novidades, mas, nas entrelinhas, deixou a sua visão e como consequência também da Google sobre o futuro da indústria de jornais, que é a seguinte:

O jornalismo em si não está morrendo, mas o uso do jornal-papel como principal meio para entregar informação e o método de produção jornalística como se as pessoas consumissem informação uma vez ao dia é que estão chegando ao fim.

Esse primeiro não pode morrer, é necessário para a democracia e a liberdade de expressão, e terá uma longa e nova vida na internet, sustentado por publicidade (e, claro, com a ajuda da Google).

Melhor Empresa De PC’s De Alta Performance Nos EUA É De Brasileirosdo Business Opportunities Weblog Brasil de MasterMoney 06/04/2009 (2 dias atrás)

Se você é um daqueles que pensa que empresa brasileira nos Estados Unidos é sinônimo de amadorismo, é melhor pensar novamente. Com apenas sete anos de existência no mercado de fabricação de computadores de alta performance, a Maingear, fundada pelos brasileiros Jonathan Magalhães e Wallace Santos, já recebeu mais de 80 prêmios de revistas especializadas no ramo, além do reconhecimento de parceiros como Microsoft e Intel.

Quem assiste ao comercial da empresa para a televisão, visita o website e compra um dos computadores que custam até U$14,000.00, não imagina que são apenas nove funcionários e os dois sócios os responsáveis por tanta inovação e qualidade.

Aliás, inovação é uma palavra que tem um significado especial para os proprietários.

Em 2004, com apenas dois anos de vida, a Maingear foi capa de uma das revistas mais importantes no ramo de pcs de alta performance, a CPU Magazine. O motivo: um sistema de refrigeração à água criado por eles que melhorava a performance do computador além de reduzir o nível de barulho.

Leia reportagem completa.

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